Tu andas tão dividida,
Nas coisas do coração,
Que mesmo dizendo sim,
És contrariada pela emoção.
É próprio da juventude,
Esse seu jeito de ser,
Em meio às incertezas,
Primeiro escolhe viver.
Se der certo,
Nada a reclamar,
Caso não dê,
Tem tempo para recomeçar.
Mas, e você?
O que julga realmente querer?
O vigor da primavera juvenil,
Ou o que acredita ser apenas prazer?
Só você pode dar a resposta,
As inquietações do seu coração,
Que tenta ser indiferente,
Mas, vive o dilema entre o sim e o não.
Há momentos que tudo é tão óbvio,
Em seguida começa a se obscurecer,
A dúvida entralaça-se as emoções,
Já não sabe ao certo como proceder.
Pois tens um coração dividido,
Entre as opções do que deseja ter,
Entre o possível e o impossível,
E o que já fez acontecer.
Pode não concordar comigo,
Com o que estou a te dizer,
Mas o pastoril do tempo,
Te ajudará a compreender.
Portanto calma, não precisa pânico,
Apenas descubra o que quer de verdade,
No dia que encontrar a resposta,
Por certo, estará próxima da felicidade.